Nos Trilhos

Setor Metroviário

Os grandes problemas encontrados pelo Governo Garotinho na Companhia do Metropolitano do Rio de Janeiro – METRÔ eram as dívidas acumuladas com empreiteiros, montadores e fornecedores. As linhas e estações metroviárias concedidas à Opportrans ressentiam-se, inclusive, de sistemas de segurança.

Alexandre Farah participou das negociações para obter recursos para iniciar as obras de extensão para a Siqueira Campos, assim como dos entendimentos para começar o Programa de Recuperação Operacional (PRO) das linhas 1 e 2, com contratos paralisados há anos.

Principais ações de Alexandre Farah:

  • Entendimentos com o BNDES para enquadrar o pedido de financiamento visando a construção da estação Siqueira Campos.
  • Negociação e obtenção de recursos do FECAM (Fundo Estadual de Conservação Ambiental) para utilização como contrapartida do financiamento do metrô junto ao BNDES para a construção da estação Siqueira Campos.
  • Iniciadas, em 01 de dezembro de 1999, as obras da estação Siqueira Campos, em Copacabana, foram desenvolvidas durante 16 meses apenas com recursos próprios do Estado (90 milhões). Somente em 2001 o BNDES assinou contrato de financiamento, possibilitando a inauguração desta estação em 01 de março de 2003, bem como do 19º Batalhão da Polícia Militar e do Posto de Saúde Municipal, localizados na superfície da mesma.
  • Iniciada em março de 2004, a ligação Siqueira Campos / Cantagalo, com custo previsto de R$ 255 milhões com contrapartida do Estado no valor de R$ 77 milhões e financiamento do BNDES.
  • Equacionamento do Programa de Recuperação Operacional (PRO) através de longas e complexas negociações com montadoras detentoras dos diversos contratos desse título.
  • Conclusão da Implantação do Programa de Recuperação Operacional, compreendendo Via Permanente, Sistemas Auxiliares, Sistemas Operacionais, Sistemas de Energia e ventilação primária, garantindo a segurança do sistema metroviário em operação.
  • Encaminhamento ao BNDES do pedido de enquadramento para financiamento das obras do trecho final da linha 1: Cantagalo / General Osório.
  • Projeto visando o aumento da capacidade de transferência entre as Linhas 1 e 2 do metrô, hoje totalmente saturada, na estação Estácio.
  • Concepção e implantação do programa de acessibilidade às pessoas deficientes e com mobilidade reduzida, que já adequou nove estações do sistema metroviário. A Estação Afonso Pena será a próxima a se tornar acessível aos deficientes.
  • Projeto para implantar um acesso sob a Rua Conde de Bonfim com a Rua Uruguai (Estação Uruguai), com recursos já aprovados pela FECAM.
  • Elaboração do Estudo de Viabilidade da futura estação Rio Sul, a ser construída entre as estações Botafogo e Arcoverde na Linha 1, com dois acessos na Av. Lauro Sodré (Morada do Sol e Shopping Rio Sul).
  • Proposta para inclusão da Linha 4 (metrô para Barra da Tijuca), como projeto de Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (Protocolo de Kyoto), visando a venda futura de créditos de carbono, na busca de novas alternativas financeiras que minimizem a participação dos recursos públicos neste empreendimento.