Nos Trilhos

Setor Ferroviário

Ao assumir a direção administrativa financeira da Flumitrens e, em seguida, tornar-se diretor-presidente da Central e da Riotrilhos, Alexandre Farah mostrou, mais uma vez, a sua competência para desempenhar com êxito as responsabilidades exigidas em cada gestão. Farah é até hoje lembrado com carinho pelos muitos amigos ferroviários, que acompanharam de perto a sua trajetória de sucesso e conquistas para beneficiar o povo que, diariamente, utiliza os trens do Estado do Rio de Janeiro.

Principais ações de Alexandre Farah:

  • Finalização do acordo junto ao Banco Mundial, obtendo empréstimo de US$ 272 milhões, em junho de 1999, investido no Programa Estadual de Transportes – PET, para a viabilização das seguintes ações:
  • Reforma da Gare de D. Pedro II, com o objetivo de torná-la mais funcional para os usuários.
  • Construção de 9.400 metros de muros ao longo das linhas, para garantir a segurança de pedestres, evitando o cruzamento de linhas de trens.
  • Construção de quatro passarelas para transposição das linhas dos trens, evitando acidentes no cruzamento dessas linhas, para benefício e segurança das comunidades de Agostinho Porto, Tancredo Neves, Augusto Vasconcelos e Honório Gurgel.
  • Substituição de 13.500 dormentes de madeira, aumentando a confiabilidade e a velocidade comercial dos trens e, consequentemente, diminuindo o tempo de percurso nos diversos ramais dos sistemas de trens.
  • Substituição de 120 km de cabo de alimentação para os trens, diminuindo o número de paralisações por falha no sistema elétrico.
  • Implantação de novo circuito elétrico entre as subestações de D. Pedro II e Mangueira, aumentando a confiabilidade de funcionamento para o Pátio de D. Pedro II.
  • Reabilitação de 48 trens, sendo 16 com ar condicionado, apelidados de “geladões”. Estes foram os primeiros trens com ar condicionado no subúrbio do Rio de Janeiro, proporcionando viagens com um nível muito maior de conforto aos usuários.
  • Elaboração do termo de referência e edital para aquisição de 20 trens elétricos novos, compostos de 80 carros de última geração, dotados de moderno sistema de tração e frenagem, design arrojado e ar condicionado, para atender à população da região Metropolitana do Rio de Janeiro.
  • No campo institucional deu início ao processo de criação da CENTRAL – Cia. Estadual de Transporte e Logística.
  • Elaboração do termo de Referência e contratação do plano Diretor de Transporte Urbano da Região Metropolitana do Rio de Janeiro, que iniciou suas pesquisas em outubro de 2002 e teve seu produto (Banco de Dados), divulgado em 2004, sendo a principal ferramenta de orientação das ações executivas para os investimentos em infra-estrutura de transportes.
  • Por determinação do Governo do Estado a Central passou a administrar a operação e a manutenção dos bondes de Santa Teresa, até então sob responsabilidade da CTC. Em três meses duplicou o número de passageiros transportados e melhorou significativamente o sistema de arrecadação, dando início ao efetivo processo de transfer6encia da CTC para a Central.