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24.11.14 Apesar de chuva de 7,7 milímetros, nível do Cantareira diminui mais 1%

Mais uma má notícia para o sistema de abastecimento de água de São Paulo e do Brasil. É um momento muito delicado, que exige mais ímpeto dos governos, planejando e trabalhando de forma integrada.

 

http://m.jb.com.br/ciencia-e-tecnologia/noticias/2014/11/23/apesar-de-chuva-de-77-milimetros-nivel-do-cantareira-diminui-mais-1/

24.11.14 Grade dificulta passagem de pedestres na Avenida Presidente Vargas

Mais casos de descasos da prefeitura do Rio de Janeiro. O show de intervenções mal planejadas parece não ter fim no centro da cidade.

 

http://m.jb.com.br/rio/noticias/2014/11/22/grade-dificulta-passagem-de-pedestres-na-avenida-presidente-vargas/

05.11.14 Meio Ambiente – ONU pede que países ratifiquem tratado global para eliminar o uso de mercúrio

Às vésperas da reunião do Comitê Intergovernamental de Negociação sobre o Mercúrio, que acontecerá entre 3 a 7 de novembro em Bancoc, Tailândia, o relator especial da ONU sobre Direitos Humanos e Eliminação de Resíduos Tóxicos, Baskut Tuncak, pediu aos governos de todo o mundo para acelerar o processo de ratificação da Convenção de Minamata sobre Mercúrio.

Trata-se do primeiro tratado global que visa a proteger a saúde humana e o meio ambiente dos efeitos negativos do metal tóxico. Aberto há um ano para assinaturas e ratificações, até o momento 128 países assinaram o tratado, incluindo o Brasil, porém apenas sete o ratificaram. Segundo o relator especial, isto coloca em risco as chances da Convenção de entrar em vigor até 2020, a ano limite acordado para que os países alcancem a boa gestão dos produtos químicos, incluindo a redução dos impactos do mercúrio.

“A ratificação é um imperativo para os países cumprirem suas obrigações de direitos humanos”, declarou Tuncak. “Um atraso na ratificação da Convenção significa que as pessoas e o meio ambiente continuarão sofrendo os impactos sobre os direitos humanos da poluição por mercúrio”, acrescentou.

A Convenção leva o nome da cidade japonesa onde a contaminação por mercúrio na metade do século XX levou milhares de pessoas nessa comunidade a desenvolver doenças neurológicas ou físicas, conhecida atualmente como doença Minamata.

Especificamente, a Convenção determina controles e reduções de mercúrio em equipamentos médicos, lâmpadas econômicas, mineração, cimento e setor de uso de carvão. A identificação de população em risco, a melhoria de atenção médica e a promoção de melhor treinamento de profissionais da saúde na identificação e tratamento de doenças relacionadas ao mercúrio também são parte do acordo.

 

Com informações da ONU

 

Fonte: noticias.portalbraganca.com.br